Basta correr os olhos pelo feed do Instagram que nos deparamos com uma série de posts relacionados a um estilo de vida saudável. E como médica, não poderia achar este cenário menos positivo. Por outro lado, uma dúvida recorrente, principalmente de pacientes que praticam corrida, é se correr pode desencadear flacidez facial.

Afinal, essa crença é verdadeira? Vamos entender melhor?

A primeira coisa a ser dita é: o envelhecimento cutâneo é um processo natural, que vai ocorrer independente do exercício praticado.

Bom, a flacidez, nada mais é que a diminuição do tônus do tecido. Isso ocorre devido ao enfraquecimento das fibras colágenas e elásticas que sustentam a pele.

Então, não. A corrida em si não causa flacidez, já que esta está ligada ao processo natural de perda de colágeno e gordura. O movimento do corpo e os impactos da corrida não são capazes de degradar o colágeno.

Por outro lado, a perda de gordura facial inerente ao emagrecimento, pode contribuir para a flacidez do rosto, uma vez que a pele perde a sustentação.

“Existe solução?” Sim. Cada caso deverá ser encarado de forma individual, mas existem alguns protocolos que podem devolver tanto a firmeza, quanto o volume da face. Ultrassom micro e macrofocado, bem como bioestimuladores como Radiesse e Sculptra, podem compor este protocolo de rejuvenescimento do rosto.

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